segunda-feira, 15 de julho de 2013

O melhor horário para postar no Facebook Pt 2 #infografico

Em julho de 2012 trouxemos aqui  um infográfico da Scup, empresa de monitoramento de redes sociais, sobre o horário nobre dentro das redes sociais. Este ano a empresa trouxe a atualização deste infográfico. Mas já posso lhe adiantar a resposta: pouca coisa mudou.
Enquanto no infográfico anterior a divisão de posts se dividia em +/- 15%~ para terça, quarta, quinta e sexta, 11%~ para sábado e domingo e 16%~ para segunda-feira, neste novo infográfico os dias com maior participação foram quarta, quinta e sexta, com +/- 15%~ cada um. Pouca diferença em relação ao ano anterior.
Confira também: Big Data e a quantificação de tudo. #cirandablogs
Em relação ao horário de pico dentro de cada dia, houve pouca mudança também. Enquanto antes boa parte das publicações se concentravam entre as 20h e 22h, alguns dias tinham pequenos picos entre 10h e 11h. Apesar de pouca mudança, de uma forma geral, no novo infográfico os picos se concentraram todos entre 20h e 22h, mostrando que o horário nobre do Facebook não é tão diferente do horário nobre da televisão aberta. Será que há uma correlação nesta informação?


domingo, 14 de julho de 2013

A Arata Academy é a empresa do empreendedor Seiiti Arata, Como Motivar sua Equipe de Trabalho


Comentários motivados pela leitura do livro Motivação 3.0 de Daniel Pink
Se você tem uma equipe para supervisionar, vai gostar bastante do livro Motivação 3.0: Os novos fatores motivacionais para a realização de Daniel Pink (link afiliado), que já comentei rapidamente em um vídeo de uma animação da RSA Animate. O motivo de gostar tanto desse livro é que ele apresenta elementos que não são muito óbvios sobre o tema de motivação no trabalho.
Para nós, o óbvio seria separar motivação intrínseca, aquela baseada em valores internos, da motivação extrínseca, aquela baseada em recompensas exteriores. Daniel Pink desconstrói de forma satisfatória essas duas obviedades, que terminamos o livro denominando de mitos.
O autor realiza um ótimo trabalho nesse livro. Ele conta como aquilo que a gente imagina ser elemento motivacional (como por exemplo o pagamento em dinheiro) nem sempre é o que faz as pessoas ficarem interessadas por uma atividade. E, inclusive, o dinheiro pode até mesmo contribuir para afastar e alienar as pessoas.
Segundo a teoria de Daniel Pink, recompensas como aumentos de salário, bônus, comissões, títulos pomposos ou a sala maior do escritório, possuem um efeito temporário. É parecido com a cafeína e o chocolate que deixam a gente elétrico por um curto período de tempo. Depois que o efeito passa, a motivação para as pessoas continuarem acaba até diminuindo, e elas querem mais e mais em uma constante insatisfação.
O autor diz que isso acontece pelo fato de a gente ter a tendência a sempre buscar algo novo e permanecer em movimento.
Imaginei algo como a experiência de jogar um videogame bacana: se for muito fácil, não tem graça. Se for muito difícil, deixa a gente irritado. O videogame bacana é aquele que vai apresentando desafios cada vez mais interessantes conforme passa o tempo.
Já jogou Angry Birds? No começo, é bem simples, e a gente tem muita dificuldade em simplesmente jogar o passarinho vermelho no alvo. E conforme passam as fases, precisamos de cada vez mais estratégia e pontaria. Por isso é viciante: é um game que promove um constante aprendizado.
Agora, tiremos os elementos de diversão e de constante desafio do Angry Birds. Pense em fases sempre parecidas, mudando apenas a cor do cenário, porém complexidade constante.
Aparece alguém que te diz: vou te pagar cinquenta reais para cada dia de jogo. Você vai achar bacana, né? Imagine só, ganhar dinheiro para jogar um joguinho. Mas, conforme vai passando o tempo, aquele ânimo sobre o dinheiro representa algo cada vez menor, o jogo fica cada vez mais insuportável. Virou obrigação. E mal paga por sinal.
Existe a possibilidade de retomarmos o elemento diversão do Angry Birds? Daniel Pink nos mostra alguns caminhos. Fiz um arranjo muito particular a partir da leitura do texto.
O que é motivação 3.0?
Antes de pensar em motivação 3.0, primeiro vamos falar sobre a motivação 2.0, aquela em que a gente acreditou por muitos anos: para aumentar a produtividade e engajamento, basta recompensar as boas ações e punir as más ações. É como colocar a cenoura pendurada numa vara de pescar na frente do burro, e manter um chicote na outra mão.É basicamente o fundamento da nossa economia até então, na análise do autor..
Vou oferecer um exemplo. Vamos pensar na Enciclopédia Barsa. Eles precisam de times enormes de editores e especialistas para ter um material de qualidade. Dizer para as pessoas que voluntários esparramados ao redor do mundo poderiam se unir e preparar uma enciclopédia ainda melhor, mais completa e de graça seria uma heresia há algum tempo. Até que a Wikipedia mostrou que existe algo além desse pensamento básico de incentivos e punições. A coisa é um pouquinho mais complexa.
Uma importante parte da equação esquecida na motivação 2.0 é o prazer, a motivação intrínseca de fazer algo criativo, de fazer a coisa certa, de contribuir, de ajudar, de se divertir, de aprender. É o que motiva pessoas a resolver quebra-cabeças, a jogar vídeogames por horas.
Conhece a história do museu do hambúrguer? Diz a lenda (não verifiquei se é verdade ou não, mas como ilustração é perfeitamente palpável) que um rapaz foi ao McDonalds e comprou dois hambúrgers. Ele comeu um e colocou o outro no bolso do casaco para comer em casa.
Esqueceu o hambúrguer no bolso por vários dias e, quando olhou, o hambúrguer estava em perfeitas condições. Não tinha estragado. Ele achou curioso e resolveu manter o hambúrguer guardado. Existe até um vídeo no YouTube falando do hambúrguer biônico. Inclusive parece que ele montou um museu, onde todos os anos ele compra um novo hambúrguer, coloca uma etiqueta e deixa lá, para ver o que acontece.
Agora. Qual é a motivação desse cara? Será que é ficar famoso e ganhar dinheiro com a audiência? Dificilmente. Ele descobriu algo interessante e está se divertindo com o experimento. Só isso. Apenas imagino, pois não conheço muitos detalhes, essa foi apenas uma ilustração que pode ser levada para outros setores de nossa vida:, quantas outras coisas fazemos com nosso tempo sem uma expectativa financeira?
Por que alguém escreve um blog especializado? Alguns podem fazer com o objetivo inicial de ganhar dinheiro com AdSense e publicidade. Geralmente são os blogs que não sobrevivem. O cara perde a motivação rapidamente. Mesmo quando ganha um certo dinheiro. Não dá pra ficar escrevendo sobre coisas que a gente não gosta por muito tempo.
Nesse sentido, podemos abrir um pouco nossa mente para ver como a economia não é um estudo que envolve finanças, mas o comportamento humano. Daniel Pink revela que seus estudos apontam para o fato de pessoas terem maior probabilidade de encontrar alto nível de realização no trabalho, e não no lazer. Eu mesmo posso dizer que quando tiro férias muito compridas, começo a ficar com vontade de trabalhar.
O motivo de eu me sentir assim é pelo fato de meu trabalho não ser uma atividade de rotina. Se meu trabalho fosse maçante e repetitivo, daria graças a Deus por estar longe do escritório. Mas meu trabalho é altamente criativo. Estou em constante contato com meus clientes, produzindo novos materiais.
Pouco dinheiro torna seu colaborador miserável. Muito dinheiro não o deixa necessariamente feliz
Esse papinho meio hippie “é importante fazer o que gosta e o salário não importa” não pode deixar de lado um ponto importante. As pessoas têm contas a pagar. Como é que o dinheiro entra nessa equação de felicidade e motivação?
Se o mínimo que uma pessoa precisa para viver decentemente não está sendo obtido na forma de salário ou pagamento, o foco desse indivíduo será na falta de justiça, causando indignação e ansiedade. No diálogo com a editora Rosana Rogeri durante o preparo deste texto, lembramos que existem também aquelas pessoas que só reclamam toda hora. Eu sugiro cortar as relações com essas pessoas o mais rápido possível.
Será difícil alcançar qualquer tipo de motivação, a não ser aquela movida pela raiva e ódio, que não é nada positiva (ok, sei que isso está parecendo diálogo do Star Wars!!).
Portanto, é necessário sim que exista uma remuneração adequada. Mas um pagamento bastante alto não produzirá um resultado sustentável de longo prazo.
Um outro aspecto importante é a comercialização das relações. Daniel Pink, assim como outros autores,em vários livros (Dan Ariely, talvez o Malcolm Gladwell também), usa o exemplo da transfusão de sangue e da coleta de crianças na escola. Curioso observar vários autores com os mesmos exemplos.
Quando a transfusão de sangue é voluntária, o número de doadores é maior que nos casos em que o hospital paga algum valor pelo sangue, de acordo com pesquisas feitas no exterior. No segundo caso, o doador se sente um vendedor de sangue, e o pagamento remove toda a nobreza do ato solidário. Vira uma transação comercial.
Os autores de Freakonomics contam no New York Times que em uma escola em que os professores tinham problemas com alguns pais que demoravam alguns minutos a mais para buscar os filhos, os diretores resolveram cobrar uma taxa de penalidade para cada pai que atrasava. E isso apenas fez com que houvesse mais atrasos: os pais entendiam que agora não havia o compromisso moral com o professor em tentar ser pontual. Eles poderiam comprar a conveniência de aparecer quando bem entendessem, tornando a ‘taxa’ como um serviço extra de babá.
Podemos pensar em algo mais familiar. Imagine que alguém te convide para um jantar na casa da vovó.Você, no final da refeição, joga uma nota de cem reais na mesa pela comida e bebida. Será altamente ofensivo, pois é como se não quisesse aceitar aquele presente, em uma atitude arrogante.
Quando oferecemos algo em troca de alguma coisa, é como se a outra parte perdesse um pouco de liberdade. E o trabalho é justamente isso, uma transação comercial. A diversão, por outro lado, é quando fazemos algo simplesmente pelo fato de dar na telha. Aliar esses dois processos – trabalho e diversão – parece uma receita milagrosa para motivação.
Motivando empregados e equipes
Os objetivos que as pessoas definem por si mesmas geralmente são buscados com maior afinco e paixão. Por outro lado, os objetivos impostos pelos supervisores, como metas de vendas, geralmente produzem efeitos bem nocivos.
Sou um grande defensor de definição de metas, e acho que elas cumprem um valioso papel no processo de coaching. Porém um efeito colateral negativo das metas é que ao tornar nosso foco mais limitado, muitas vezes limitamos nosso pensamento criativo e paralelo.
E em um nível mais inconsciente, o simples fato de oferecer uma recompensa subcomunica que a atividade é indesejada. Quando digo para uma criança fazer a lição de casa e assim ganhará um sorvete, estou indicando que estudar é algo doloroso e ruim.
Assim, as recompensas extrínsecas podem enfraquecer a motivação intrínseca, diminuir a performance e prejudicar o bom comportamento. Em casos mais graves, o brilho encantador da recompensa oferecida pode fazer com que a criatividade dos participantes seja utilizada para burlar o sistema, agindo de forma ilegal ou imoral. E isso é feito em um processo cíclico, afetando futuras atividades.
Basta que a recompensa seja justa e a partir daí poderemos desenvolver uma motivação intrínseca saudável. Veja quanto o mercado paga e siga o que é normal. Ficar despejando dinheiro não será a melhor solução para desenvolver um time de excelência.
O que é importante é assegurar a autonomia de seus funcionários, que devem ser encorajados a se tornarem melhores a cada dia, como um videogame faz muito bem. Além disso, será bastante útil a empresa ter uma clara missão, um propósito maior do que o interesse de cada indivíduo. Como contribuir para melhor educação pública, desenvolver produtos químicos mais biodegradáveis, encontrar formas de organizar o conhecimento humano e torná-lo acessível, ou aumentar a autoestima de adolescentes. São todos objetivos nobres que podem ser usados como parâmetro para o desenvolvimento de produtos e serviços.
Uma empresa saudável é aquela que tem uma missão clara de servir ao público. E o lucro que obtém é uma mera consequência de servir ao público através de seus produtos. É exatamente isso o que eu faço através da Arata Academy: produzo conteúdo que atende ao público.
Essa noção de significado é bastante clara em um outro livro que eu gosto muito e pretendo comentar aqui em breve: o Homem em Busca de Propósito de Viktor Frankl. Uma das formas que indica que algo é bastante importante para nós é a quantidade de esforço que colocamos na busca de melhoria. E a maestria total, que é o objetivo final dessa dedicação, é algo que nunca será atingido. É um objetivo impossível, que faz nosso foco ficar concentrado na jornada.
Além do propósito, é importante que a equipe se sinta competente, autônoma e apreciada.
Como oferecer recompensas extrínsecas
Realmente quer dar um bônus ou um brinde surpresa para quem faz um bom trabalho? Daniel Pink sugere que a recompensa extrínseca seja oferecida de forma inesperada e apenas após a tarefa ser completa. Em outras palavras, não pode fazer parte do pacote contratado.
Se apresentarmos a mera possibilidade de uma recompensa surpresa ao final, isso modifica expectativas da equipe e faz com que seu foco de atenção seja direcionado em conseguir a recompensa (e não em desenvolver sua criatividade!).
Quando existe a forte necessidade de resultados rápidos e sem necessidade de continuidade, é possível usar a recompensa extrínseca, uma vez que esse tipo de recompensa é bem imediatista. Porém, quando pensamos no longo prazo, geralmente as pessoas que se revelam vencedoras são as que possuem motivação intrínseca. Esses indivíduos geralmente possuem melhor autoestima, melhores relacionamentos, melhor capacidade de escuta e compreensão de seus colegas.
Ambientes que valorizam resultados
Um nível ainda mais radical é aquele em que ninguém tem um compromisso de horário na empresa. A equipe aparece quando quer. A única coisa que importa são os resultados. Os indivíduos decidem se preferem trabalhar em casa, de madrugada, de pijama ou durante 24 horas sem parar e descansar 36 horas.
Nesse ambiente, os objetivos são claramente definidos e existem gerentes para facilitar a coordenação. Mas o detalhe é que a remuneração não é diretamente relacionada aos objetivos alcançados, pois isso seria como dizer que a cultura da empresa apenas valoriza o dinheiro gerado pelo funcionário. O que se pretende, ao contrário, é celebrar a criatividade dos indivíduos em alcançar resultados.
Gerenciando com autonomia
Daniel Pink recomenda que a autonomia seja fortemente valorizada na empresa. Isso não quer dizer que cada um deve sair fazendo tudo sozinho e nunca depender dos outros. Ao contrário: a boa autonomia é aquela em que os indivíduos podem se organizar por iniciativa própria e, juntos, colaborarem para alcançar grandes resultados.
Pessoalmente, eu acredito que a autonomia é bastante positiva e é uma das formas de respeitarmos indivíduos. Quando é necessário gerenciar, ao invés de ir às minúcias, o que eu gosto de fazer é apenas pedir uma única coisa das pessoas com quem trabalho de forma remota: que me enviem um email diário, contando o que elas fizeram, que dificuldades elas encontraram e que perguntas elas possuem. Apenas isso. É um email que pode ser escrito em cinco minutos ou menos e é suficiente para mantermos bom contato.
Uma variação desse método que dá ainda mais autonomia à equipe é pedir que cada membro faça uma avaliação de como está se saindo. Essa avaliação pode ser feita semanal ou mensalmente.
A autonomia ideal é aquela em que nós mesmos podemos traçar nossos limites.
Uma coisa curiosa que eu recomendo para quem trabalha em casa é considerar sair de casa em alguns momentos para ter um ambiente sem interrupção. Isso é aparentemente absurdo, já que a grande vantagem de trabalhar como autônomo é trabalhar em casa. Mas, quando nós mesmos é que decidimos ir para uma biblioteca ou outro espaço, essa acaba sendo uma dimensão de nossa autonomia. Um exemplo é o caso de gente que ganha dinheiro importando da China usando o sistema do meu amigo Caio Ferreira (link afiliado).
Quando eu mesmo decido que tenho um prazo de cinco dias para resolver todos os assuntos de migração do meu site para outro serviço de hospedagem, é um prazo que eu mesmo defini. E sem colocar esses limites, sei que poderei procrastinar. Mas estou satisfeito, pois no final das contas eu estou no comando, decidindo de forma autônoma.
Por fim, é importante voltarmos sempre à analogia do videogame. Entender que quando o indivíduo começa a se sentir aborrecido, é pelo fato de provavelmente ter alcançado um grau de experiência muito superior às demandas do dia a dia naquela área. Mantenha-o sempre confortável de que ele poderá encontrar um profissional mais jovem para ser treinado e assumir essas tarefas, de modo a buscar aprendizado em outros desafios dentro da empresa.
Para quem não deseja ler o livro inteiro, os comentários que fizemos neste texto, junto com o vídeo abaixo podem ajudar bastante como um guia de orientação para reformular estratégias de engajamento e inspiração de funcionários:

sábado, 13 de julho de 2013

Se você está pensando seriamente em ganhar dinheiro na Internet, então precisa pensar em marketing.

Não sou formado em marketing e nem é minha intenção dar aqui uma aula teórica sobre o assunto e por esse motivo alguns especialistas nessa matéria talvez discordem da minha definição de marketing, mas meu objetivo e ser prático.
Quando eu falo em “marketing”, estou me referindo a toda estratégia que você pode usar para divulgar ou promover seus negócios na Internet. E por que isso é tão importante? Porque praticamente qualquer negócio que você desenvolva na Internet depende de pessoas para gerar algum dinheiro. Por exemplo, se você participa de um programa de afiliados ou se vende algo, precisa de pessoas comprando os produtos ou serviços que você promove para ganhar alguma coisa. Sendo assim, você precisa fazer marketing, propaganda, divulgação para atrair o maior número de clientes em potencial para conhecer o produto ou serviço que você está promovendo.
Não adianta você dizer que não é bom em marketing. Se você quer ter sucesso na Internet, precisa ficar bom em marketing, precisa aprender a divulgar com sucesso seus negócios on-line. Já recebi e-mails de pessoas dizendo que queriam ganhar dinheiro na Internet, desde que não precisassem vender nada. Ora, mas qual é o negócio que dá dinheiro sem que se tenha de vender algo? Essa é a diferença entre um emprego e um negócio! Mas mesmo para conseguir um emprego, você precisa se vender. Isso mesmo, quando você faz um currículo e distribui para diversas empresas, o que está fazendo?? Exatamente isso: MARKETING. Você está vendendo suas habilidades e experiência em um determinado ramo de atividade. Portanto, TUDO envolve marketing. Coloque isso na cabeça!
No meu Kit Ganhe Dinheiro On-Line eu ensino diversos negócios comprovados que podem ser desenvolvidos na Internet, mas eu não me limito a isso. Eu sei que esses negócios sozinhos não garantem que você ganhe dinheiro na Internet. Eu faço questão de destacar que o segredo do sucesso em qualquer um desses negócios é o marketing. Por isso, o item mais importante que eu poderia incluir nesse Kit é um manual ensinando estratégias eficientes de marketing na Internet. Esse é o meu e-Book Marketing Poderoso na Internet. Nesse e-Book eu ensino praticamente todas as técnicas que uso para divulgar e promover meus negócios com sucesso na Internet. Sem esse e-Book, meu Kit não teria muito valor.
Portanto, se você quer mesmo ganhar dinheiro na Internet, não há como escapar: você precisa aprender como fazer marketing on-line de forma eficaz!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

FERRAMENTAS BLOG. Criado pelo Marcos Lemos, o Ferramentas Blog. Como Enfrentar os Haters do seu Blog.



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Infelizmente a Internet está repleta de pessoas antissociais, inconvenientes e, pior, ignorantes. Esse tipo que só sabe criticar, ofender e difamar são conhecidos como Haters (odiadores, da palavra Hate, ódio em inglês). Muitos blogueiros enfrentam problemas com isso recebendo comentários agressivos tanto nos posts do Blog, quanto nas redes sociais. É possível enfrentar gente desse tipo de forma eficiente.

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Você não precisa ser famoso para lidar com os Haters da Internet. Eles aparecem do nada, simplesmente para discordar de forma agressiva, sem sentido e cheios de preconceitos. Passam a maior parte do tempo só comentando em todos os lugares de forma ofensiva, qualquer assunto, de forma genérica e estúpida.
Os Haters têm como objetivo apenas agredir e ofender. Alguns até têm blogs ou perfis em redes sociais só para propagar esse ódio.
hater-notebook
Como lidar com os Haters na Internet?
O mais difícil para a maioria é enfrentar o problema. Não dá para lutar para acabar com isso, pois a internet está repleta de gente ignorante, mimada e de mentalidade infantil. Idiotas há por toda parte e parece que na Internet ganham mais espaço.
E não adianta pensar em argumentar com eles. Pensam que estão exercendo seu direitos de expressão ou, simplesmente, levantando “críticas construtivas”. Fato é que tais Haters são piores que os Trolls (mais infantis que só querem perturbar e fazer “barulho”).
Por que há tanta gente idiota na Internet?
Pensei em duas dicas para ajudar você a enfrentar esse problema.
1. Use os Haters como escada
Fato é que os Haters e seus pares só servem para nos estimular a fazer melhor, continuar atuando e publicando. É sinal de que seu Blog e seus projetos estão despertando invejas daqueles que não conseguem fazer algo tão bom quanto você. Só resta a eles a crítica imbecil.
Haters
A atuação dos Haters faz multiplicar a presença e divulgação do seu blog. Dá mais visibilidade para seu perfil em redes sociais, sempre que for citado, mesmo que de forma negativa. Atrai a atenção de outros que poderão conhecer seu blog e tirarem suas próprias conclusões.
Melhor ainda se eles citarem seus links em outros blogs, comentar sobre seu trabalho e projetos. Essa divulgação é sempre positiva, mesmo feita por Haters. Se o seu Blog é falado por outros, significa que está ocupando um espaço significativo. Sempre vejo isso de forma qualitativa.
2. Ignore-os por completo
Mesmo quando gerar alguma divulgação para seu Blog, a melhor atitude é sempre ignorar gente desse tipo. O que os Haters mais querem é aparecer, serem notados. Buscam formas de causar incômodo e, quando são deixados de lado, o ódio recai sobre eles mesmos.
Aqui no [ Ferramentas Blog ] esse tipo de comentário e excluído sumariamente. Nunca são aprovados ou respondidos, pois gente desse tipo não quer dialogar de forma racional. Eles são irracionais – não esqueça disso.
raiva-haters-blog
Quando Haters aparecem nas redes sociais, fica ainda mais fácil ignorar, já que tais comentários se perdem entre as milhares de outras interações e basta não ler, passar por cima.
Se publicarem em outros blogs, continue ignorando, pois se você for até lá responder, comentar ou interagir, estará no campo deles e dará a atenção que eles queriam. Causar sofrimento aos Haters é bem fácil: basta não interagir com eles.
3. Eles são inofensivos
Os Haters só existem através do anonimato. É clássico, pois nenhum tem coragem de mostrar a cara de verdade. Usam nomes falsos, emails inexistentes e até perfis fakes em redes sociais. Isso significa que são fracos, covardes.
Gente covarde é inofensiva. Só fazem o que fazem porque se sentem protegidos atrás de seus computadores. Não vale a pena sofrer por gente assim, pois não podem fazer nada realmente significativo que afete você ou qualquer outra pessoa. Especialmente se são ignorados, você nem mesmo vai lembrar que existem.
O que eles podem fazer além de “xingar muito no Twitter“?

Segredos do AdSense
Marcos Lemos  
Marcos Lemos é professor e blogueiro. Formado em Teologia pela PUC-MG, graduando em Letras (Português/Inglês) pela FUNEDI/UEMG. Criador do [ Ferramentas Blog ] e tem se destacado como metablogger.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

ESCOLA DINHEIRO. O Escola Dinheiro foi fundado pelo Paulo Faustino

COMO GANHAR R$451,60 NO HOTMART COM UM BLOG NOVO EM 45 DIAS
 Por Anderson Chipak em Programas de Afiliados

Há algum tempo acompanho a atividade de blogueiros muito famosos no cenário mundial como Darren Rowse, Pat Flynn, Michael Dunlop entre outros. Sempre me intrigou a quantidade de visitas recebidas por seus blogs e a quantidade incrível de seguidores que esses blogueiros acumulam. Mesmo esses números sendo muito acima da média, talvez o que mais impressione são os valores gerados por esses probloggers. Você já se imaginou ganhando mais de 40 mil dólares, como Pat Flynn?
Apesar de ter blogs de muito renome e sucesso, esses blogueiros não ganham todo o dinheiro apenas com seus principais projetos, mas com diversos sites e produtos paralelos. Pat Flynn, por exemplo, relata em seus relatórios mensais que ganha dinheiro através de várias fontes com assuntos totalmente diferentes dos do seu blog principal. São ganhos com mini-sites, treinamentos, aplicativos e afiliados em geral. Tudo isso, totalizando milhares de dólares mensalmente.
Nessa altura você talvez esteja se perguntando qual é o motivo dessa introdução. A questão é que fiquei extremamente curioso pelo fato de os ganhos de Pat com programas de afiliados representarem mais de 80% de seus lucros sendo que nada provém de redes de afiliados, apenas de produtos digitais. Isso me fez pensar se esses ganhos podem ser obtidos aqui no Brasil, da mesma forma como acontece fora, mesmo sabendo que a grande maioria dos produtos digitais não têm qualidade suficiente para justificar os valores cobrados por aqui.
Pensando nisso, resolvi fazer um teste especialmente para postar os resultados nesse artigo e, claro, para ganhar um dinheiro extra. O que eu fiz foi criar um blog do zero oferecendo oportunidades de negócio em geral, seja trabalhando com artesanato, importando produtos de fora do Brasil, ganhando dinheiro com blogs, etc. Para isso, registrei um novo domínio, escolhi o framework Gênesis com subtema Eleven40 para WordPress, criei pouco mais de 35 artigos otimizados para conversão, preparei várias áreas de destaque no blog e trabalhei muito no SEO. O resultado foi que em 45 dias consegui obter um retorno de R$451,60.
Abaixo você pode conferir uma imagem do Google Analytics no período de 13/10/2012 à 27/11/2012 com uma média diária de 200 visitas.
Embora o valor conseguido seja simbólico se comparado com o que muitos Probloggers ganham mensalmente, essa é uma simulação real e comprovada que representa apenas 45 dias de trabalho de um blog totalmente novo. Não se trata de nenhuma teoria, mas sim da prática! Considerando que foram publicados apenas 35 artigos, se a proporcionalidade fosse mantida e as publicações dobradas, teríamos 70 artigos e um retorno muito maior. Tudo depende do esforço investido.
O que eu quero mostrar é justamente o passo a passo de como eu consegui gerar R$451,60 em apenas 45 dias sendo que grande parte dos blogueiros não consegue esse valor com blogs muito mais antigos, renomados e completos do que o que eu criei. O objetivo não é me prevalescer, mas sim informar a quem quer que seja que é possível ganhar dinheiro rápido com blogs e, acima de tudo, com programas de afiliados. Sei que ao ler esse artigo, muitas pessoas sentirão vontade de se cadastrar no Hotmart e fazer o mesmo e é exatamente esse o objetivo. Se ao final do artigo você ficar com qualquer dúvida ou tiver alguma sugestão, não deixe de comentar.
ENTENDA QUE VOCÊ NÃO PRECISA SER REFERÊNCIA NO ASSUNTO
Ao contrario do que se difunde, você não precisa ser referência em um determinado assunto para ganhar dinheiro. Basta que você pesquise por assuntos relevantes e saiba escrever sobre eles de maneira clara e, principalmente, objetiva. Apenas pense que seu leitor está a procura de algo interessante. Mas isso não significa que você seja esse algo interessante. Portanto, pare de pensar que você precisa ser referência naquilo que escreverá. Isso é válido se você quiser criar um blog extremamente renomado, mas se quiser apenas ganhar dinheiro esqueça isso e foque em oferecer conteúdo relevante, e ponto.
SE VOCÊ QUER GANHAR DINHEIRO, TRABALHE PARA GANHAR DINHEIRO
Como comentei no item anterior, se você quer pura e simplesmente ganhar dinheiro trabalhe para isso. Muitos blogueiros escolhem ter sucesso e ganhar dinheiro sendo reconhecidos por isso, tudo ao mesmo tempo. Isso é excelente, tanto que temos o próprio Paulo Faustino como referência. Mas, para ganhar dinheiro não é preciso ter sucesso. Escreva para ganhar dinheiro. Foque nas conversões. Trabalhe nos destaques. Estruture seu blog para que ele seja um gerador de renda. Se você quiser ter sucesso e ganhar dinheiro, prepare-se psicologicamente, pois o caminho será um pouco mais longo.
PONTOS IMPORTANTES A CONSIDERAR ANTES DE CRIAR O BLOG
Antes de criar um blog para ganhar dinheiro com afiliados de produtos digitais você deve levar em consideração alguns pontos muito importantes e que podem fazer você ter sucesso ou fracassar. Considere esses pontos como um checklist onde você não poderá iniciar um novo projeto se um deles não estiver ok.
Prefira produtos que envolvam dinheiro. Normalmente esse assunto atrai muitas pessoas e o fato de ter a palavra “dinheiro” já é um passo para a conversão. Quando você promove um produto comum, dificilmente conseguirá chamar tanta atenção do que quando o assunto é dinheiro. Com isso, quero dizer que qualquer curso de como montar rosas de papel (para ganhar dinheiro), como importar produtos (para ganhar dinheiro), como investir (para ganhar dinheiro), como revender roupas (para ganhar dinheiro), etc., todos eles podem ser excelentes chamarizes naturais.
Prefira produtos persuasivos. A grande maioria dos produtos digitais disponíveis no Hotmart têm péssimas páginas de aterragem. Algumas delas são pouco persuasivas, outras são mal feitas e outras ainda não conseguem manter o leitor por sequer alguns segundos no site. Tudo isso conta para que o visitante decida por si só entre comprar ou não um produto digital. Se você notar que o site do produto for de má qualidade, pule fora porque não vai converter nada.
Prefira produtos já promovidos por outras pessoas. Embora pareça que isso irá saturar ainda mais a internet, a questão é que promovendo os produtos mais populares você estará dando um tiro certeiro. Ao invés de sair caçando vários produtos, considere promover os produtos em destaque (mais quentes) e de maior qualidade (mais blueprint), pois eles são, de certa forma, tradicionais e vendidos constantemente.
MÃOS À OBRA
Depois de observar atentamente os pontos importantes acima, chegou a hora de parar com o “bla bla bla” e seguir com a parte prática. O que você vai ler é exatamente o que eu fiz para conseguir obter o lucro de R$451,60 em apenas 45 dias à partir da criação de um blog totalmente novo. Embora o texto esteja escrito em segunda pessoa, todas as instruções abaixo foram seguidas por mim a fim de atingir o objetivo final.
1º PASSO: ESCOLHER UM NICHO ABRANGENTE
O primeiro passo é escolher um nicho que seja abrangente o bastante para suportar a promoção de pelo menos 5 produtos ao mesmo tempo. Isso significa poder promover 5 produtos diferentes sem ter que sair do assunto do blog. Fazendo isso você garante que o assunto principal do seu blog nunca será desviado e seu leitor encontrará exatamente o que procura.
2º PASSO: ESCOLHER 5 PRODUTOS NO HOTMART
Visite as categorias do Hotmart e ache 5 produtos que você poderia promover em apenas um blog. Por exemplo, se você curte escrever sobre Psicologia, poderia promover os livros “Desvendando as Pessoas”, “Como desenvolver sua auto disciplina”, “Direto ao êxito nesse instante”, “Programação Mental” e “Mente Criativa”. Note que cada um deles se enquadra no assunto geral e, portanto, são 5 chances distintas de ganhar dinheiro.
Tomando esses livros como exemplo, note o seguinte:
Para o “Mente Criativa” você focará no assunto “Criatividade“
Para o “Direto ao exito nesse instante” você focará no assunto “Sucesso“
Para o “Desvendando as pessoas” você focará no assunto “Relacionamento“
Para o “Como desenvolver sua auto disciplina” você focará no assunto “Disciplina“
Para o “Programação Mental” você focará no assunto “Neuro Linguística“
Cada um desses assuntos está dentro da Psicologia e possui suas próprias variações de palavras-chave. É baseado nessas variações que você poderá ganhar dinheiro.
3º PASSO: CRIAR UMA LANDING PAGE PARA CADA PRODUTO
Ainda utilizando os assuntos do primeiro passo, imagine que você acabou de criar o seu blog e ainda não tem nenhum artigo. O primeiro objetivo claro é criar uma landing page para cada um dos produtos. Por exemplo:
Para o “Mente Criativa” você pode criar “Desenvolva sua mente criativa em poucos minutos“
Para o “Direto ao êxito nesse instante” você pode criar “Alcance seus objetivos com total segurança“
Para o “Desvendando as pessoas” você pode criar “Aprenda a desvendar as pessoas ao seu redor“
Para o “Como desenvolver sua autodisciplina” você pode criar “Aprenda a controlar a si mesmo e seja um sucesso“
Para o “Programação Mental” você pode criar “Programe já sua mente para o sucesso“
O objetivo disso é criar uma landing page que se encarregará de levar o leitor para o site do produto. Ela deve falar claramente, e sem nenhum erro de português, o que o leitor ganhará ao visitar o site do produto. Veja bem, você não está vendendo o produto ainda, portanto apenas fale dos benefícios e convide o leitor a VISITAR o site. Essa página/post não deve conter absolutamente nenhum link interno, apenas o link para o site do produto.
O motivo dessas “frescuras” todas é que o leitor está em seu site pela informação e deve permanecer lá por esse motivo. Se você quer vender algo, simplesmente direcione o leitor para a página de cada produto, pois elas são as responsáveis por converter de verdade. Em cada landing page foque-se em ser claro o suficiente para passar sua mensagem e curto o suficiente para não cansar o leitor. Essas páginas serão sua base, portanto esqueça qualquer outro tipo de otimização além da ótima escrita persuasiva.
4º PASSO: CRIAR 4 ARTIGOS OTIMIZADOS PARA CADA PRODUTO
Agora você está promovendo 5 produtos e possui 5 landing pages, uma para cada produto. A grande questão é que essas páginas por si só não fazem nada. Elas não recebem bom tráfego orgânico, pois são as primeiras do blog, e não chamam a atenção dos leitores, pois são páginas de venda (a maioria dos leitores não procura por isso espontaneamente). Nesse passo você as colocará para trabalhar de maneira automática. Essas páginas receberão a maior parte do tráfego do seu site, pois serão alvo dos seus próximos artigos.
O quarto passo é criar 4 artigos para cada landing page, com o mesmo assunto de cada um dos produtos, extremamente otimizados para os buscadores que serão responsáveis por “arrastar” os leitores para as páginas de aterragem. Esses artigos devem obrigatoriamente passar dicas úteis e que resolvam algum problema das pessoas. Não é preciso ser um artigo excepcional, com 3 mil palavras. Basta que tenha mais de 4 parágrafos e consiga entreter o leitor por alguns minutos, ou segundos. Alguns exemplos de bons artigos são:
Listas, como “10 formas de ganhar dinheiro fácil com apostas desportivas”.
Perguntas, como “Como ganhar mais de 100 mil na loteria gastando apenas 10 reais?”.
Afirmações, como “Você não conseguirá ter autocontrole se for um fraco!”.
Veja um esquema de como ficaria essa organização nesse momento:
5º PASSO: CRIAR OS LINKS DE MANEIRA CORRETA
Conforme você vai criando os artigos, do passo anterior, é necessário fazer a linkagem interna corretamente a fim de aproveitar ao máximo o leitor. A primeira regra é criar um link para a landing page, correspondente ao assunto do artigo, logo no primeiro parágrafo e repeti-lo no segundo. Vamos imaginar que o assunto de 5 dos artigos é “Veículos Importados”. O que você fará nesse caso é, por exemplo, no primeiro parágrafo criar um link com o texto âncora “carros” e no segundo “automóveis importados”, ambos apontando para a landing page referente a esse assunto. Como o seu objetivo é enviar o leitor o mais rápido possível para o site do produto, esses dois links farão o trabalho. Caso o primeiro não chame tanta atenção, o segundo servirá de reforço.
Mas, pode ser que nenhum dos dois links funcione e o leitor continue lendo o artigo normalmente. Nesse caso, você criará pelo menos mais dois links nos dois parágrafos seguintes, terceiro e quarto. Esses links estarão diretamente ligados aos outros artigos do assunto “Veículos Importados”, que por consequência também terão a mesma estrutura desse artigo. Dessa forma, o leitor será levado a outros artigos onde poderão clicar nos links para a landing page.
Veja que a ideia aqui é criar 4 artigos com a mesma estrutura básica: links para a landing page nos dois primeiros parágrafos e links para os outros 3 artigos relacionados nos dois parágrafos seguintes. Você terá algo mais ou menos assim:
Assunto: Veículos Importados
Produto: Curso de como importar carros para o Brasil (fictício)
Landing Page: Aprenda a importar seu próprio veículo
Artigo 1: 10 dicas para comprar um carro importado
Artigo 2: Como não cair no golpe dos carros batidos
Artigo 3: Aprenda a simular o financiamento de seu carro
Artigo 4: Como funciona a importação de carros
Pegando o Artigo 1, como exemplo, temos:
Parágrafo 1: 100 palavras com um link para a Landing Page.
Parágrafo 2: 150 palavras com um link para a Landing Page.
Parágrafo 3: 150 palavras com um link para o Artigo 2.
Parágrafo 4: 100 palavras com um link para o Artigo 4.
Parágrafo 5: 100 palavras com um link para o Artigo 3 ou para qualquer outra parte do site.
Note que o esquema acima, é correspondente a apenas um dos cinco assuntos que comentei no terceiro passo. Seu objetivo final é ter 5 produtos, com 5 assuntos distintos, 5 landing pages onde cada uma contará com 4 artigos de apoio. Novamente, o exemplo acima representa 1 produto com 1 landing page e 4 artigos de apoio para essa landing page.
Veja um esquema de como ficaria essa organização nesse momento:
6º PASSO: CRIAR MAIS ARTIGOS E AUMENTAR O LEQUE DE PROMOÇÃO
Assim que você completar as 5 landing pages e os 20 artigos de apoio, terá ao todo 25 páginas que poderão lhe gerar renda. Todas elas, de alguma forma, direcionam o leitor para o site do produto, que por sua vez se encarregará de converter. O sexto passo é justamente manter o crescimento da mesma maneira. Crie mais artigos de apoio seguindo a mesma lógica até que você atinja um número bom de visitas. Se você desejar, pode parar quando atingir uma determinada quantia de ganhos. Mas se não quiser, pode continuar a criar artigos e direcionar seus leitores para os produtos que lhe convier.
Tenha muita atenção a cada artigo. Como o objetivo é ganhar dinheiro, procure escrever 100% focado nisso. Para cada página ou post que você criar, sempre faça uma ligação para a landing page e para os artigos relacionados ao mesmo assunto. Assim você garante que tudo estará direcionando o leitor para uma possível compra.
Veja um esquema de como ficaria essa organização nesse momento:
Chegará o momento em que você não terá mais o que escrever sobre determinado assunto. É nessa hora que você precisará fazer uma nova análise dos produtos do Hotmart a fim de encontrar mais algum nicho relacionado para começar todo o processo novamente. Assim você aumentará seu leque de ganhos e não mais dependerá de apenas 5 produtos, mas de 10 ou 20.
CHEGOU A SUA VEZ!
Essas técnicas funcionam de verdade. Pude comprovar e ganhar um bom dinheiro extra testando tudo isso. Espero, sinceramente, que você se beneficie de cada passo para construir seu novo blog e ganhar dinheiro já. Se você tiver qualquer dúvida com relação às explicações, por favor, não deixe de perguntar. Acredito que esse é um conteúdo totalmente inédito em língua portuguesa e vale a pena ser testado e difundido. Participe deixando seu comentário ou compartilhando esse artigo nas redes sociais.
Abraços!

terça-feira, 9 de julho de 2013

7 razões porque a sua marca nunca será como a Apple Por Enrico Cardoso





você pode estar suando a sua camisa para fazer a sua empresa acontecer e se diferenciar do mercado. Mas, não conseguirá revolucionar nada.
Mais valiosa, adminirada e também odiada marca do mundo, com mais de 100 bilhões de dólares em receitas anuais e um aumento de 66% nas vendas líquidas no ano passado.
E difícil até mesmo para os defensores fervorosos do PC não admitirem que estamos diante de uma empresa fora do comum. A Apple arrecadou 50% dos lucros da venda de telefonia de celular no mundo, enquanto tinha apenas 4% das vendas.
Essa é uma ótima notícia, não?
Depende. A má notícia é que para a maioria das empresas e muito provavelmente isso sirva para a sua, puxar o exemplo da maçã é tão possível quanto ganhar na mega-sena.
Duvida? Então aí vão algumas razões pelas quais a sua empresa possivelmente não vai conseguir criar uma marca tão magnífica quanto a Apple.
1. O seu produto não é sensacional.
Diga-nos se o seu produto ou serviço é realmente melhor do que ele poderia ser – no mundo dos sonhos?
A sua empresa está altamente comprometida com a qualidade, inovação, design e simplicidade – um caminho que a Apple sempre trilhou?
O que você e a sua empresa fazem é realmente bom o suficiente, ou é apenas bom, ou “da pro gasto”?
A marca mais valiosa do mundo não pensa assim. Se a sua empresa quer ser como a Apple, comece com um compromisso de produzir o melhor produto ou serviço que as pessoas podem imaginar. Não se contente com qualquer produto, ou qualquer solução.
Não dê nada ao mercado que não esteja perfeito.
O seu produto veio revolucionar o mercado?
2. Você não se importa suficientemente com seus clientes.
As marcas mais bem sucedidas do mundo não se tornam bem sucedidas sem uma profunda dedicação e doação às necessidades dos seus clientes.
O foco da Apple no cliente é lendário. É só gastar uns 5 minutos dentro de uma Apple Store  que você vai entender do que estou falando. Aliás, esse deveria ser um exercício obrigatório para todo o varejista entender como deve tratar seus clientes.
Mas, se você não sabe do que estamos falando, aqui vão alguns exemplos:
Funcionários simpáticos e informados sempre dispostos a ajudar, comprimentando os clientes no momento em que estes entram nas lojas;
As compras vêm até você.
Seu novo iPhone, iPad, Mac será definido exatamente da maneira que você quiser na loja, por uma pessoa simpática, que realmente se importa que aquele produto funcione maravilhosamente bem pra você;
Se você tiver um problema ou dúvida, o Genius Bar está disponível à sua conveniência – uma melhoria enorme sobre o frustrante serviço de suporte técnico oferecido por 99,9% das empresas do mundo todo.
Não me admira que as lojas da Apple tenham em média 18 mil visitantes em média por semana e arrecadem 10 vezes mais do que outros varejistas de sucesso.
Se você está seriamente comprometido em elevar a sua marca ao padrão Apple, você precisa ter uma página no seu manual de treinamento:
Abordagem de clientes com uma recepção personalizada e quente.
Probe (sonde) educadamente para atender todas as necessidades dos clientes.
Present (apresente) uma solução para o cliente levar para casa hoje.
Listen (escute) para resolver quaisquer problemas ou preocupações.
End (finalize) com um adeus afeiçoado e um convite para voltar.
Se todas as empresas do mundo adotarem esse tipo de estratégia, certamente alcançaremos a paz mundial.
3. A sua empresa não é bonita o suficiente.
Sejamos honestos. Pessoas bonitas sempre aparecem muito mais do que os não tão bonitos. E isso vale para tudo: sites, produtos, carros, casas, etc.
Um dos mais notáveis focos da Apple é a sua estratégia de design impecável. Seus produtos, lojas, sites, anúncios, embalagens de mercadorias – até mesmo o sistema operacional – é milhares de degraus mais bonitos do que o mehor concorrente depois dela.
E a sua empresa?
Se você não dedica esforço substancial e talento para projetar um produto que não apenas funciona muito bem, como também atende as necessidades dos clientes – e é bonito – então você está perdendo uma grande oportunidade de aprender com a Apple e se distanciar dos concorrentes.
A sua loja é tão atraente quanto a Apple Store?
4. A sua empresa não diz não às coisas.
Em 1997, Steve Jobs sentou-se na conferência de desenvolvimento da Apple, respondeu às perguntas da audiência e disse a famosa frase: “decidir o que não fazer é tão importante quanto decidir o que fazer”.
Pouco depois disso, Jobs reduziu os produtos da Apple que totalizavam 40 para apenas 4.
Esse tipo de foco – embora difícil de ser alcançado – é fundamental para colocar o destino da Apple de pavoroso, para impressionante, uma vez que naquela época a Apple estava à beira da falência.
Foco exige imensa disciplina, bem como grande clareza e respeito ao usuário final. O foco exige que você renuncie aos projetos brilhantes, tendências, desafios competitivos e também ao seu desejo de espalhar sucesso o mais longe possível.
Faça do “menos é mais” a sua religião.
A sua marca nunca será como a Apple se a sua empresa não aprender a se concentrar no que importa para os consumidores acima de tudo.
5. Você não desafia a mesmice.
Vamos parar e refletir por um instante. É muito fácil parar e criticar a Apple, principalmente para os invejosos.
Para começar, eles cobram 2 ou 3 vezes mais caro por seus produtos do que o concorrente e estão notoriamente fora das mídias sociais (com exceção dos fanboys que inundam as redes sempre). Além disso temos também a personalidade excêntrica de Steve Jobs, que mesmo depois de morto ainda dita os rumos da companhia.
Mas, Jobs tinha culhões.
Steve foi um homem disposto e até impulsionado a assumir riscos. E não apenas riscos normais, mas grandes riscos. E isso não tem a ver apenas com a emoção pelos riscos, mas sim por que ele tinha um desejo insaciável de fazer as coisas melhor, além de uma confiança inabalável em sua própria intuição.
A intuição é uma coisa muito poderosa, mais poderosa do que o próprio intelecto, na minha opinião. Isso teve um grande impacto sobre o meu trabalho”. Steve Jobs.
Desde a icônica campanha do “Think Diferent”, passando pelo Genius Bar, iTunes, iPad, a Apple tem estado sempre na vanguarda da invenção não apenas de dispositivos, mas de mercados inteiros.
Quando foi a última vez que você desafiou o status quo. Considere perguntar, em um momento de decisão: “o que Steve faria?”.
O que Steve Jobs Faria no seu lugar?
6. A sua empresa quebra as suas promessas.
Se pararmos para analisar, uma marca nada mais é do que uma promessa. Uma medida de confiança para qual o consumidor chega a uma decisão no momento em que faz uma escolha.
A marca Apple promete que através dos seus produtos, a sua individualidade triunfará. O seu iPhone, iPad, iPod irá te libertar de tudo. A Apple promete que quando você compra um iDevice você vai se tornar parte de uma comunidade de pensamento avançado independentes e que se recusam a ser detidos.
Você será um tipo criativo de pessoa.
Sua escolha de um Mac, ao invés de um PC vai mostrar que  você está mais consciente  e mais evoluído do que aquele cara da Dell que senta na mesa ao lado. Você paga um prêmio por esse privilégio. Mas, vale a pena. Porque você confia que a Apple cumpre as suas promessas.
E eles fazem. Quando Steve Jobs anunciou no iPhone um produto mágico e revolucionário ele estava dizendo a verdade. A sua marca está fazendo jus a sua promessa? Se não estiver, é hora de repensar tudo isso.
7. A sua empresa não tem um bom porquê.
No final de 1990 a Microsoft parecia uma força inalcançável, capturando os gigantes do passado, como Coca-Cola e GE para se tornar a empresa mais valiosa do mundo e a primeira a ultrapassar um limite de mercado de 500 milhões de dólares.
Mas, como disse Henry Ford: “uma empresa que não faz nada, mas tem dinheiro é um negócio pobre” e, se olharmos para o que aconteceu com as ações da Microsoft e Apple prova o quanto essa afirmativa é verdadeira.
O que há de tão diferente nessas duas empresas?
Uma delas é conhecida por criar produtos realmente úteis. A outra é admirada por fazer as coisas diferentes e  mudar completamente a nossa forma de experimentar a tecnologia.
Ambas as marcas têm uma resposta muito clara à pergunta: “o que você faz?”, mas só uma tem uma resposta muito clara à pergunta “por que você faz isso?”.
A sua empresa tem uma razão clara e convincente do porque você faz o que faz?
Qual o por quê da sua empresa?
Sua empresa nunca será como a Apple.
Não é apenas por ter um logotipo icônico ou uma embalagem sexy para os seus produtos que a Apple se tornou a empresa e marca mais valiosa do mundo. É tudo uma combinação poderosa de: 1) dedicação a um produto incrível; 2) sentimento verdadeiro para os clientes; 3) paixão por design; 4) foco extremo; 5) a coragem de reinventar tudo; 6) a entrega consistente da sua promessa; e 7) uma resposta muito clara ao por quê.
Se você e a sua empresa conseguirem algo semelhante, talvez veremos a sua emrpesa juntamente com as marcas mais valiosas em alguns anos. E isso será magnífico.
O que você acha que leva uma marca ser vista como extraordinária pelas pessoas? Quais marcas que você acha que atingiram o status da Apple?

segunda-feira, 8 de julho de 2013

As TOP 3 tendências de marketing para 2013


Quando um ciclo se encerra, é natural avaliarmos os resultados que obtivemos e nos prepararmos para o ciclo seguinte, que se inicia. É assim todo ano e agora não poderia ser diferente. O que 2013 nos reserva? Segundo Ray Kurzweil –futurista, inventor e autor de best-sellers–, estamos vivendo a Era do Crescimento Exponencial e, portanto, a velocidade de transformações que temos experimentado nesses 12 primeiros anos do Século XXI tende a continuar vertiginosa.
No entanto, apesar de as transformações tecnológicas que nos cercam serem muito rápidas, as megatendências da última década permanecem as mesmas em 2013 –o que tem variado de ano para ano é o quanto cada uma dessas tendências se dissemina e se torna mais imediata. Por exemplo, a realidade aumentada e o uso de mobile tags (QRcodes) têm sido tendências há anos. No entanto, podemos dizer que 2012 foi o ano em que os QRcodes se firmaram enquanto a realidade aumentada ainda não se tornou mainstream, ainda não está em voga.Assim, não temos grandes novidades para 2013 em termos de megatendências, mas estamos na iminência da consolidação de diversas delas.Assim, meu objetivo, aqui, é trazer as três principais tendências de marketing para 2013, ou seja, aquelas que acredito impactarão mais rapidamente o mercado nesse ano e que, portanto, as empresas devem prestar mais atenção.
1. Mobile:
Apesar de o mobile ser tendência já há quase uma década e ter se disseminado amplamente em 2012, a maior parte das empresas ainda não está investindo em mobile –tanto no que se refere aos seus sites quanto aos investimentos de mídia.
No entanto, as pessoas “já são mobile”. Temos testemunhado uma epidemia de mobilidade por meio da popularização dos smartphones e tablets; as estatísticas apontam que em 2014 o acesso mobile ultrapassará o acesso desktop à internet; estudos mostram que os smartphones estão se tornando cada vez mais parte de nós, extensão dos nossos corpos, e que isso tudo tem transformado o comportamento das pessoas virtualmente em todas as áreas de suas vidas –relacionamento, educação, entretenimento, compras etc. A navegação em multitelas já é um fenômeno que está revolucionando a TV e demais mídias tradicionais.
Pois bem, cada vez mais as pessoas chegarão aos nossos produtos, marcas e empresas por meio do mobile. Você tem um site móvel que oferece boas experiências para o seu público? O mobile –mídia paga, ganha e própria– deveria ser prioridade nas empresas em 2013.
2. Sustentabilidade
Sem dúvida, sustentabilidade tem sido tendência também há mais de uma década e não é novidade. No entanto, conforme a população do planeta cresce, novos desafios em sustentabilidade surgem e, enquanto não resolvermos essa equação, sustentabilidade continuará entre as principais tendências de todas as áreas do conhecimento.
Ações de consumo colaborativo e economia de felicidade são exemplos de tendências associadas a sustentabilidade, que estão intimamente relacionadas a marketing, e que podem e devem ser incluídas nas ações de 2013 para o bem das empresas e de todos.
Vivemos uma era da comunicação fragmentada e sobrecarga informacional de forma que ninguém mais consegue forçar um indivíduo a prestar atenção ao que não for relevante para ele. A atenção das pessoas se tornou o principal e mais valioso ativo de marketing das empresas.
3. Transmedia storytelling
Nesse contexto, uma das maneiras mais eficientes de chamar a atenção das pessoas e causar engajamento é por meio de alinhamento de valores compartilhados, embutindo nossos produtos e marcas em histórias que transportam esses valores. Por isso, transmedia storytelling desponta como uma das principais ferramentas de marketing, tornando-se uma das tendências mais imediatas. Como já dizia Platão, “quem conta as histórias controla o mundo”.
Apesar dessas tendências serem as três mais iminentes para ações de marketing, devemos também ficar constantemente de olho em todas as megatendências que vêm se delineando ao longo da última década (cloud computing, big-data, gamefication, social everything, realidade aumentada, internet das coisas, vídeo, interfaces gestuais etc.), tanto no que se refere a tecnologia quanto a impactos no comportamento do consumidor. Como tempo e dinheiro são recursos limitados para qualquer empresa, a inteligência consiste em estar antenado para escolher em quais tendências investir no momento certo.
Foto by Martha Gabriel, Ilha de Páscoa, jan/2013